Blog do Juares | Desde 2014, 11 pacientes foram executados dentro de hospitais gaúchos

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Desde 2014, 11 pacientes foram executados dentro de hospitais gaúchos

No mesmo período, 98 casos de violência foram registrados em áreas de atendimento de saúde
09/11/2018 | 10h36 - Fonte: Correio do Povo / Foto: Guilherme Testa
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Nesta sexta-feira, mais um paciente foi assassinado dentro de um hospital no Rio Grande do Sul. Gabriel Vilas Boas Minossi, de 19 anos, foi executado com 20 tiros na ala cirúrgica do Hospital Centenário, em São Leopoldo, no Vale do Sinos. Com esse caso, chega a 11 o número de pacientes executados em casas de saúde desde 2014 no Estado, de acordo com levantamento do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers).

Só em 2018, esse é o segundo caso. O primeiro ocorreu em março, no Hospital Cristo Redentor, em Porto Alegre. Na ocasião, um homem, que estava no setor de traumatologia da casa de saúde, foi assassinado com dois tiros na cabeça.

Além desses dois assassinatos, outros 13 casos de violência foram registrados no ano em unidades de saúde, quatro envolvendo criminosos. Uma das ocorrências foi o resgate de um preso no pátio do Hospital Sanatório Partenon, na avenida Bento Gonçalves, em Porto Alegre, em julho.

Nos últimos cinco anos, 2016 foi o ano que registrou maior número de execuções em hospitais, foram quatro mortes, todas em Porto Alegre. Já no Hospital Centenário, houve a execução de um paciente a tiros em 13 de junho de 2014. Desde 2014, 98 ocorrências de violência foram registradas em áreas de atendimento de saúde, segundo o Simers.

Simers exige medidas de segurança

A presidente em exercício do Simers, Maria Rita de Assis Brasil, lamentou “a perda de mais uma vida e com tanta brutalidade” e afirmou que o caso “gera tensão e medo em toda a rede”. “Indica que não há barreiras e que os criminosos podem agir”, destacou.

O sindicato exige que a área de Segurança Pública junto a prefeituras e direções dos hospitais busquem em conjunto medidas que assegurem as condições de trabalho e atendimento. O Simers defende desde uso de detectores de metais até câmeras de vídeo para inibir estas ações.

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