Blog do Juares | Nilton Moreira - Estrada Iluminada

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19/02/2019

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Nilton Moreira - Estrada Iluminada

Nilton Moreira é inspetor de polícia do RS e mantém coluna com o título Estrada Iluminada em Jornais, Portais e Blogs. Telefone: (55) 99919 0332.

Estrada Iluminada: Palavras proferidas

15/02/2019 | 08h40
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Uma boa palavra auxilia sempre. Às vezes, supomo-nos sozinhos e proferimos inconveniências. Desajudamos quando podíamos ajudar. É preciso aproveitar oportunidades. Falar é um dom de Deus. Se abrirmos a boca para dizer algo, saibamos dizer o melhor. A pequena assembleia ouvia atenta a palavra de Sálus, o instrutor espiritual que falava pelo médium em uma reunião espírita.

Não adianta repetir frases inúteis. E é sempre falta grave conferir saliência ao mal. Comentemos o bem. Destaquemos o bem. - Dentre todos os presentes, Belmiro Arruda, escutava em silêncio.

Decorridos alguns dias, Arruda, nas funções de pedreiro-chefe, orientava o término da construção de grande recinto. O enorme salão parecia completo. Tudo pronto. Acabamento esmerado. Pintura primorosa. - Experimentemos a acústica, disse o engenheiro superior. E virando-se para Belmiro disse: - Grite algo. Arruda, recordando a lição, bradou: - Confia em Jesus!... Confia em Jesus!...

O som estava admiravelmente distribuído. Os operários continuavam na sua faina, quando triste homem penetra o recinto. Cabeleira revolta. Semblante transtornado. - Quem mandou confiar em Jesus? – perguntou. Alguém aponta Belmiro, para quem ele se dirige, abrindo os braços.

- Obrigado, amigo! – exclamou. E mostrando um revólver: - Ia encostar o cano no ouvido, entretanto, escutei seu apelo e sustei o tiro... Queria morrer no terreno baldio da construção, mas sua voz acordou-me... Estou desempregado há muito tempo, e sou pai de oito filhos... Jesus, sim! Confiarei em Jesus!...

Arruda abraçou-o, de olhos úmidos.

O caso foi conduzido ao conhecimento do diretor do serviço. E o diretor visivelmente emocionado estendeu a mão ao desconhecido e falou: - Venha amanhã. Pode vir trabalhar amanhã.“

Esta narrativa consta do livro A Vida Escreve, do saudoso irmão Waldo Vieira.

Realmente muito mais do que pensamos, nossas atitudes e palavras ecoam, por isso é importante termos equilíbrio constante, pois assim como influenciamos para o bem podemos ser coniventes com o mal.

Jesus certa ocasião nos disse que o mal é o que sai pela boca, referindo-se as palavras que muitas vezes são ditas sem pensar.

Quantas pessoas magoamos às vezes sem querer, quando proferimos algum comentário desprestigioso!

A palavra contém uma energia que pode concorrer tanto para o bem como para o mal. Chico Xavier dizia: Se não tivermos uma palavra que auxilie é melhor ficarmos de boca fechada.

Assim devemos perseverar amigos.

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Estrada Iluminada: Só rezar não adianta

08/02/2019 | 08h50
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Às vezes reclamamos da vida que levamos, isso em razão de ver que muitas pessoas ao nosso redor têm uma vida aparentemente melhor que a nossa, ou talvez menos ruim. De fato é comum em algum momento nos pegarmos avaliando a vida dos outros e até esquecemos um pouco da nossa.

Uma das perguntas que faço sempre para as pessoas que chegam ao nosso grupo de estudos é o que ela está fazendo para resolver o momento difícil pelo qual está passado. Interessante que a resposta mais utilizada é não sei ou estou rezando. Ora o não saber é algo bastante complexo, pois demonstra já que a pessoa está totalmente perdida em seus propósitos, mas responder alegando que está rezando, também não é uma providência que fará com que o momento difícil seja resolvido.

Mas alegam que Deus é poderoso e rezando vai ser resolvida a questão! Não é bem assim, se fosse resolvido qualquer impasse desta vida proferindo oração, religiosos que vivem em recolhimento, por exemplo, não teriam problemas! Deus de fato é poderoso e poderia num piscar de olhos mudar nossa vida se quisesse, mas isto não acontece, pois Deus também é justo e quando Sua justiça se faz presente eclode em nossa vida as dificuldades.

O que nos acontece hoje é um reflexo das vidas passadas, de nossos comportamentos com pessoas que já convivemos. Soma-se a esse reflexo, a nossa capacidade de praticar atitudes errôneas, promovendo muitas vezes discórdia, maldades, maledicências e transgressões a própria Lei Divina que está encrustada em nossa consciência.

É normal termos de passar certos momentos difíceis, resgatando situações de outras vidas, mas ao nos depararmos com as primeiras dificuldades nos rebelamos e acabamos desagradando a Lei Divina e passamos a tomar atitude equivocada que vai piorar nossa situação. Fica então o fardo pesado demais!

Deixemos de lado o reclamar da vida. Façamos sim uma análise do que está acontecendo conosco. Procuremos identificar se pelo nosso comportamento diário não demos causa ao mal que está nos afligindo! Oremos para que sejamos ajudados pelos benfeitores espirituais, Mensageiros de Deus para que nos socorram e nos intuam a seguir o melhor caminho e tomar a atitude mais coerente!

Procuremos resolver um problema de cada vez. Tentar enfrentar vários fica difícil e podemos não obter êxito. Após resolver um, passemos então para o outro e assim por diante. Rezemos, oremos, façamos preces, mas tenhamos a capacidade pelo menos de tentar não incorrer, nos mesmos erros, pois do contrário nossa oração não valerá de nada.

Deus quer atitude nossa, trabalho para o melhoramento moral, esforço nas decisões. Fomos Criados para evoluir e não ficarmos de “mi mi mi” como se diz.

Façamos a nós mesmos a pergunta: o que estou fazendo de prático para superar o momento difícil pelo qual estou passando. Só orar e ficar esperando que a solução “caia do céu” não vai resolver. Energia amigos. Energia.

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Estrada Iluminada: Embates de outras vidas

01/02/2019 | 10h25
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Antes de nascermos e ainda quando nos encontramos no Plano Espiritual, praticamente todos os espíritos procedem ao planejamento da vida que vai levar aqui na Terra, ou em outro planeta de categoria similar. Disse praticamente todos, pois existem aqueles que ainda estão numa fase de rebeldia, que os próprios benfeitores é que procedem nas diretrizes a serem seguidas após o nascimento.

Mas nem tudo está delineado. Apenas os tópicos importantes é que nos aparecem como metas a serem atingidas, pois do contrário seríamos como máquinas, e não é assim que acontece, pois temos o livre arbítrio que vai nos possibilitar a oportunidade de seguirmos ou não determinado rumo. Teremos sempre o poder de decidir qual a atitude tomar diante das provas que nos forem apresentadas.

Ainda no período de planejamento temos consciência das vidas anteriores vividas e por isso vamos ajustar nossa futura vinda à carne de acordo com aquilo que fomos anteriormente, procurando sempre vivenciar questões que permitam nosso crescimento dentro dos parâmetros da Lei Divina. Se mal fizemos, teremos de reparar. Se fomos vítimas, temos de possibilitar que outrem faça o reparo em relação a nós, realizando-se assim a lei de causa e efeito.

Poderíamos pensar então em não reparar o mal que fizemos, mas isso de nada adiantaria a nossa vinda ao mundo, pois ficaríamos estacionados na evolução. Então escolhemos sempre resgatar dentro de uma intensidade que possamos concretizar. Por isso, dizemos que Deus nunca nos da o fardo maior que podemos carregar.

É lógico que dentro desse resgate estaremos nos reencontrando com outros espíritos que tivemos desavenças em vidas pretéritas e é bastante difícil para nós ter este contato, por isso Deus permite que ao nascermos na nova vida, nos esqueçamos de tudo, pois assim quando nos encontrarmos com desafetos, poderemos sentir algum resíduo de energia negativa, mas certamente como não nos lembramos de nada, haverá grande possibilidade de convívio e de revertermos à aversão sentida, em aproximação amorosa.

Temos então uma explicação do motivo de existir muitas aversões familiares, rejeições entre pais, filhos, irmãos. É que certamente em algum momento do passado estivemos em posicionamentos contrários e quem sabe até inimigos fomos e agora nos reencontrando sentimos a dificuldade do diálogo, dado ao esquecimento Misericordioso.

Muitas vezes não basta uma vida física para resolver as contendas, são necessárias várias reencarnações para que as diferenças sejam sanadas, pois no cotidiano vemos confrontos bastante sérios, envolvendo violência e muito desamor, e isso deixa marcas que se alongam por várias e várias vidas, até que um dia como é o desejo do Pai, o amor volta a fazer parte destes seres e acaba eclodindo a evolução efetivamente.

Portanto, ao nos depararmos com situações difíceis de relacionamento, devemos dar tempo ao tempo, evitando confrontos que só agravariam. Recorramos à prece sempre que estivermos em vias de desavenças, pois que certamente ali estão presentes pessoas que tiveram embates em vidas passadas. Muita paz amigos.

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Estrada Iluminada: morte em criança

25/01/2019 | 08h10
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Sem dúvida um filho nunca deveria morrer antes dos pais, pois tal fato causa uma grande tristeza. Muitos pais inclusive dizem que Deus deveria tê-los levado ao invés do filho.

Mas para quem não está convicto do que realmente está oculto nos desígnios de Deus, fica difícil aceitar alguns acontecimentos na vida, como por exemplo, a partida de um filho, principalmente em tenra idade.

As mortes prematuras normalmente são para os pais e para aquelas pessoas mais chegadas uma provação nesta vida. Algo que se faz necessário passarem por questões que estão atreladas ao comportamento dos envolvidos, lembrando que esta vida que estamos vivendo relaciona-se com anteriores e por isso muitos que têm crença diferente de nós, não entendem muito bem o que estamos resgatando ou sendo provados.

Por outro lado, a criança que está desencarnando tão jovem veio com objetivo de cumprir apenas um pequeno período que faltava ao espírito que ela é, não tendo, portanto, motivos que demostrasse ter praticado qualquer ato equivocado nesta existência.

Quantos pais pela sua incompetência e às vezes até irresponsabilidade deixam de amparar seus filhos, abandonando-os a própria sorte, pelos motivos mais diversos, inclusive pelo uso de drogas, ou simplesmente porque se apaixonaram por outra pessoa. Estes pais certamente numa nova existência deverão ser responsabilizados pela Lei Divina e muitas ocasiões lhe são colocados nos lares esses inocentes que tem necessidade de cumprirem pequeno prazo na Terra como mencionei, para que sentindo a angústia da perda, passe o espírito que habita em tal corpo expiar com dor a maldade cometida numa vida pretérita.

Todos nós estamos na Terra para expiar ou passar por provas que se relacionam com vidas passadas. Certamente hoje somos já melhores do que no passado, mas continuamos sendo provados e espiando faltas.

O espírito que habita em uma criança que morre em tenra idade retorna ao plano espiritual e recomeça uma nova existência, pois que aquele período curto que ficou na carne, serviu-lhe como experiência e evolução.

Mas a infância não é um estado total de inocência, pois vemos crianças possuir ruim tendência e até demonstram comportamentos maldosos, que devem ser orientadas com o rigor necessário para que a conduta de tendência à maldade seja coibida no tempo possível.

Também devemos considerar que o espirito que habita uma criança pode muitas vezes ser mais antigo do que o dos pais. Isto é comum acontecer, pois vemos todos os dias filhos que tem uma aptidão e habilidade no trato com a vida já nos primeiros anos de infância, maior do que o dos pais com o longo tempo vivido.

Devemos procurar entender nas separações que pensamos prematuras entre pais e filhos, os motivos que ensejam o término do convívio, pois só assim os corações dos pais se consolarão um pouco de ver um filho retornar à pátria espiritual antes.

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Estrada Iluminada - Sintomas da mediunidade

18/01/2019 | 07h37
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Muitos nos procuram informando mal estar, tristeza inexplicável, mesmo quando a vida está nos conformes e não sabem o motivo de ficarem assim. Normalmente quando algo de anormal acontece conosco buscamos a medicina para resolver, mas acontece que muitos desconfortos apenas são minimizados em seus sintomas com a ingestão de medicamentos, e acabamos voltando ao médico várias vezes, chegando mesmo a acreditar que o profissional teria se equivocado no diagnóstico, quando não é verdade.

O que acontece é que a ciência trata o sintoma quando não aparece a causa física. Geralmente nos casos que envolvem comportamento como angústia, desânimo, depressão, a receita é medicamento para as manifestações, e a pessoa vai levando a vida até acreditando que seu estado é normal e que nunca voltará a ser como era antes.

Por trás disso tudo está muitas vezes a chamada mediunidade, que a ciência não reconhece como causadora de certos sintomas, mas que é bem explicada e estudada por certas religiões, já que mediunidade não afeta as crenças e sim é algo inerente ao ser humano. Já nascemos com esta aptidão.

A mediunidade pode causar sonolência, enjoo, náusea, tristeza, euforia, distúrbio comportamental, visões, cheiros, efeitos físicos como movimento de objetos, barulhos como batidas, arranhões, e também desmaios entre outras particularidades. Quando isso ocorre é necessário buscar-se o médico para avaliação, mas também procurar-se numa das religiões que tratam o assunto a sério para um parecer.

Não existe uma idade específica para que o médium sinta aflorar esta particularidade. Esta aptidão normalmente já está acertada de acontecer quando ainda estamos na espiritualidade, preparando a nossa vinda ao corpo físico. Lá juntamente com os benfeitores espirituais traçamos metas a serem atingidas aqui depois do nascimento e uma delas é a tarefa de desenvolver a mediunidade no sentido de ajudar as pessoas que necessitam.

Muitos acreditam que ela é algo ruim que nos acontece visto que gera sintomas desconfortáveis, mas na realidade mediunidade é benéfica, pois possibilita que com esta capacidade ajudemos pessoas, e com estudo aprendemos a lidar com ela.

A mediunidade, equivocadamente como muitos pensam, não é para beneficiar quem a tem e sim para propiciar que trabalhemos em beneficio de outrem, pois modalidades vidência e psicofonia que está mais ligada a auxiliar com esclarecimento os desencarnados (pessoas que partiram), para que se encontrarem no mundo espiritual.

Toda pessoa que tiver aflorada a mediunidade e não procurar o tratamento espiritual para ou livrar-se do compromisso ou exercer a nobre tarefa, poderá ser envolvido por patologias até grave.

É necessário para tal muito estudo e também disciplina. “Ser médium é servir de intercâmbio entre o plano físico e o espiritual”.

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