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Outono no Hemisfério Sul começa nesta quarta-feira (20)

Estação, considerada de transição entre o verão quente e úmido e o inverno frio e seco, segue até 21 de junho
19/03/2019 - 15h58min Correio do Povo / Foto: iStock Corrigir

O outono no Hemisfério Sul começa às 18h58min desta quarta-feira (20) e termina às 12h54min do dia 21 de junho. É uma estação considerada de transição entre o verão quente e úmido e o inverno frio e seco. Neste período, as chuvas são mais escassas no interior do Brasil, em particular no semiárido nordestino e no Norte de Minas Gerais. Na parte Norte das regiões Nordeste e Norte ainda é época de muita chuva, principalmente se houver a persistência da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mais ao Sul de sua posição climatológica. Também, caracteriza-se pelas primeiras incursões de massas de ar frio no ano, oriundas do Sul do continente, que provocam o declínio das temperaturas do ar, principalmente na região Sul e parte da região Sudeste.

Durante esta estação, observam-se as primeiras formações de fenômenos adversos, tais como: nevoeiros nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste; geadas nas regiões Sul e Sudeste e no Mato Grosso do Sul; neve nas áreas serranas e nos planaltos da região Sul; e friagem no Sul da região Norte e nos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e até mesmo no Sul de Goiás.O outono deve sofrer influência moderada do El Niño. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) projeta que a probabilidade de o fenômeno atingir algumas regiões do Brasil é de 70%, ocorrendo em intensidade fraca até o início do inverno.

De acordo com o Inmet, não estão descartadas e podem ocorrer de maneira irregular as condições climáticas frequentemente associadas ao El Niño, como excessos de chuvas sobre a região Sul e a redução sobre as regiões Norte e Nordeste. Há igualmente tendência de aumento moderado das temperaturas médias no Centro do país. Na região Sul, os meses de verão apresentaram chuvas irregulares durante toda a estação.

Em dezembro de 2018 várias localidades do Paraná sofreram com a falta de chuvas e estiagem, enquanto que nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, as chuvas ficaram acima da média. Em janeiro de 2019, os maiores volumes de chuva foram observados na parte sul do Rio Grande do Sul e em algumas localidades choveu mais de 400 mm, quase o triplo da média climatológica para este mês. A passagem de sistemas frontais, bem como a convergência de umidade em baixos níveis favoreceram a ocorrência de chuvas intensas e ventos fortes, entre fevereiro e começo de março, sobre a região Sul.

O prognóstico climático para o outono indica que as chuvas ficarão acima da média em toda região, principalmente sobre a parte Oeste. É importante destacar que, existe um aquecimento da área oceânica próxima à costa da Argentina e mais acentuada no Sudeste do Brasil, que favorece as condições de instabilidade atmosférica e consequente precipitação nesta área. Aliado a esta situação, tem-se o aquecimento do Oceano Pacífico, caracterizando um El Niño de fraca intensidade que pode acentuar as temperaturas na região nos próximos meses, concordando com a previsão de temperaturas acima da média no outono. Contudo, esta previsão não elimina a possibilidade de ocorrência de geadas, principalmente em áreas serranas, à medida que se aproxima do inverno.

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