Esportes

Nos pênaltis, Grêmio é campeão gaúcho de forma invicta

Muito disputado, Gre-Nal terminou em 0 a 0 no tempo normal, marcado pelo VAR
18/04/2019 - 00h13min Correio do Povo / Foto: Ricardo Giusti Corrigir

Após dois Gre-Nais sem gols, um no Beira-Rio, domingo passado, outro na Arena, na noite desta quarta-feira (17), a decisão do Campeonato Gaúcho acabou nas cobranças de pênaltis. E o Grêmio levou a melhor. Comemorou o título e levantou a taça dentro de casa diante de cerca de 50 mil torcedores. O grande herói gremista da noite foi o goleiro Paulo Victor, que defendeu três cobranças de pênaltis, permitindo ao Tricolor soltar o grito de bicampeão – e coroando uma campanha invicta.  

Assim que a bola rolou, o que se viu na Arena foi uma sucessão de lances ríspidos, reclamações, muita tensão e infinitas reclamações. O árbitro Jean Pierre de Lima teve muito trabalho para conter os ânimos e, muitas vezes, só o fez usando o cartão amarelo. Pelo menos até os 15 minutos, quando André, após falha de William Pottker e Lomba, marcou um gol em situação de impedimento, confirmado após três minutos de paralisação para consulta do VAR, ambos os times jogaram bem longe das áreas. Quando o jogo recomeçou as chances começaram a aparecer para os dois lados.

Aos 19 minutos, Guerrero concluiu fraco de cabeça, mas Paulo Victor defendeu sem dificuldade. Em seguida, aos 21, Kannemann arrematou de dentro da área, mas Lomba defendeu. O Gre-Nal estava igual. Esperto, Renato alternou seus extremas para tentar confundir a defesa colorada. Pottker, que entrou para fechar o lado direito da defesa colorada, não estava bem. Marcava, mas não atacava. 

Guerrero, que travou um intenso duelo com Kannemann, levou vantagem aos 36 e, de cabeça, acertou o travessão. Foi a chance mais viva do primeiro tempo. Em seguida, Marcelo Lomba defendeu com dificuldade um chute de fora da área que partiu do lateral Leonardo. 

No intervalo, Odair Hellmann trocou Pottker por Guilherme Parede. Renato manteve a escalação do primeiro tempo. A primeira grande chance do segundo tempo foi colorada. Aos 13, Edenilson deu um belo drible em Maicon, invadiu a área e obrigou Paulo Victor a fazer grande defesa. Mais tarde, Renato chamou Luan, que estava afastado há 12 dias. Ele entrou aos 14 minutos.

O lance mais polêmico ocorreu aos 23 minutos, quando Parede e Cortez engalfinharam-se dentro da área do Inter. Após oito minutos de jogo parado, entre consulta ao VAR e confusões, o árbitro marcou o pênalti. Em meio às intensas reclamações dos colorados, D’Alessandro e Odair foram expulsos. André só foi cobrar aos 31 minutos. Ele até bateu corretamente, só que Lomba voou certo e fez a defesa. O Grêmio ainda teve duas boas chances, ambas com Everton. A primeira, aos 49, foi pela linha de fundo. Depois, aos 50, parou no poste. A decisão foi para as cobranças de pênaltis.

Daí, foi o goleiro gremista que brilhou. Paulo Victor pegou as cobranças de Camilo, Cuesta e Nico López. Lomba também foi bem. Defendeu o chute de Michel e Everton ainda chutou por cima. Mas o Grêmio ficou com o título exatamente com André, que errara durante a partida, convertendo a derradeira cobrança. Com drama, o Grêmio tornou-se bicampeão gaúcho com justiça. Sem derrotas e com apenas um gol sofrido ao longo de toda a competição, terminada em uma noite de delírio na Arena. 

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