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Policial morto em confronto é enterrado em Porto Alegre

Gustavo de Azevedo Barbosa Júnior, de 26 anos, morreu com um tiro na cabeça em uma perseguição policial
11/07/2019 - 14h26min Corrigir

O corpo do policial militar morto em um confronto, na madrugada de quarta-feira (10), foi enterrado no fim da manhã desta quinta (11) em Porto Alegre. A cerimônia ocorreu no Cemitério Parque Jardim da Paz, na Zona Leste da Capital.

Gustavo de Azevedo Barbosa Júnior, de 26 anos, morreu com um tiro na cabeça em uma perseguição policial. Ele chegou a ser levado ao Hospital de Pronto Socorro (HPS), mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo a administração do cemitério, mais de 5 mil pessoas passaram pelo velório e enterro de Gustavo. Muitos policiais estiveram presentes.

No interior do estado, agentes também lembraram da morte do soldado. Em Erechim e em Santa Maria, policiais realizaram homenagens.

Gustavo havia se formado recentemente em direito, ele era casado e não tinha filhos. 

O caso

Um jovem de 21 anos foi preso e um adolescente de 17 foi apreendido no começo da tarde de quarta na Vila Cruzeiro, na Zona Sul de Porto Alegre, por suspeita da morte do policial. Eles foram levados à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A polícia ainda procura Dejair Quadros de Almeida, de 24 anos, foragido do sistema penitenciário desde o ano passado.

O crime aconteceu na madrugada do mesmo dia na Rua Sepé Tiarajú, na Zona Sul, quando os policiais tentaram abordar um carro roubado e ocupantes do veículo começaram a atirar. Um dos disparos atingiu o policial na cabeça.

Conforme a polícia, estavam no carro os três homens e uma jovem de 22 anos. Os homens haviam fugido, mas a jovem foi alcançada pela polícia e levada até a delegacia. Segundo o delegado Newton Martins, eles procuravam por um rival, e por isso, haviam sequestrado a mulher, que era ex-namorada do alvo do trio.

"A vítima, também ouvida como testemunha dos relatos que subsidiaram inicialmente nosso procedimento, foi uma pessoa subtraída na porta de casa por esses três indivíduos, que tripulavam esse Ford Fiesta preto e iniciaram o trajeto com perguntas e ameaças objetivando localizar um ex-namorado dessa vítima, participante de uma facção rival", explicou o delegado.

"A testemunha, que ficou em cárcere dentro do carro, foi o elo entre eles e o objetivo, que provavelmente era executar esse desafeto", acrescentou, em entrevista coletiva na tarde de quarta.

O coronel Mário Ikeda, comandante da BM, lamentou a morte do agente.

"Ele tinha dois anos e meio de Brigada Militar. Informações que nós temos é de que eles foram fazer uma abordagem a um veículo suspeito em ocorrência de roubo. Foram fazer a abordagem, entraram em confronto e, lamentavelmente, o nosso colega foi mortalmente ferido", relata.

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