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Apenadas do Instituto Penal de Porto Alegre confeccionam perucas de personagens infantis para crianças do Instituto do Câncer

A oficina vai confeccionar perucas inspiradas em princesas de histórias infantis para crianças entre dois e 13 anos que estão em tratamento no Instituto do Câncer Infantil
11/07/2019 - 14h33min Susepe Corrigir

Iniciou, na última terça-feira (09), o curso de técnicas de crochê e entrelaçamento de fios de lã para 20 apenadas do Instituto Penal de Porto Alegre do regime semiaberto. A oficina vai confeccionar perucas inspiradas em princesas de histórias infantis para crianças entre dois e 13 anos que estão em tratamento no Instituto do Câncer Infantil, em Porto Alegre. As aulas serão ministradas pela professora Ceir Medina. Serão utilizadas lãs e linhas especiais, antialérgicas, advindas de doações do empresariado local.

O projeto, intitulado Laços de Princesa, é inspirado no The Magic Yarn Project, surgido no Alasca, nos Estados Unidos, em 2014. Criado pela enfermeira Holly Christensen e por sua amiga Bree Hitchock, tinha os mesmo objetivos do atual, com a criação de perucas inspiradas em personagens da Disney e tendo já feito doações para o mundo todo.

A diretora do Departamento de Tratamento Penal (DTP), Simone Messias Zanella, sugeriu às apenadas que executassem o ato com amor e dedicação, pois, segundo ela, “cada ponto que produzirem nos crochês irão emanar energia pura e de cura às crianças que usarão as peças”.

Já a diretora da casa prisional, Marlusa Neto Mar, explicou a necessidade de as participantes da oficina se empenharem no projeto, “pois é uma oportunidade de promover o resgate da cidadania e beneficiar as crianças em tratamento médico”.

A assistente social Danielle Dimare, coordenadora do projeto, informou que as participantes ganharão certificado e também carteirinha de artesão, emitida pela Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS), além do benefício da remição de pena. Ela afirmou ainda que as perucas vão proporcionar alegria para as crianças, que, aliadas às personagens, permitirão com que elas vivam o mundo mágico das princesas.

“É uma maneira de confortar as crianças. O tratamento da quimioterapia deixa o couro cabeludo muito sensível”, explicou Danielle.
 A assistente social Ana Paula Borges, do Conselho da Comunidade, também atua no projeto. O evento foi possibilitado pela parceria entre a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), o Conselho da Comunidade de Porto Alegre, a Vara de Execuções de Penais e Medidas Alternativas  do Tribunal de Justiça e a Sociedade São Vicente de Paulo. 

Participaram da aula inaugural representantes da Defensoria Pública, do Conselho da Comunidade de Porto Alegre, empresários parceiros, servidores da Susepe, do Instituto do Câncer Infantil de Porto Alegre, da Sociedade São Vicente de Paulo, da Conferência Nossa Senhora da Conceição e da 10ª Delegacia Penitenciária Regional da Susepe.

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