Economia

Cadastro Positivo: recurso que pode aumentar concorrência de oferta de crédito

Paulo Borba, gestor comercial da CDL PoA, revelou detalhes sobre a ferramenta que promete reduzir inadimplência e juros menores durante Reunião Almoço da Acic nesta quinta-feira (11), em Camaquã
11/07/2019 - 18h01min Corrigir

A reunião almoço desta quinta-feira (11), da Associação Comercial e Industrial de Camaquã (Acic) contou com a presença do palestrante Paulo Borba, gestor comercial da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Alegre. A reportagem do portal de notícias Blog do Juares esteve no evento.

Borba revelou informações sobre o Cadastro Positivo, ferramenta que utiliza um banco de dados que engloba transações e o histórico sobre crédito de consumidores, assim, quando você solicitar crédito para determinada empresa, o seu comportamento como pagador, ou seja, tanto os seus deslizes quanto os seus acertos serão revelados.

A ferramenta reúne informações tanto de pessoas físicas como jurídicas. Hoje, a avaliação de crédito está situada na questão negativa, se o consumidor está devendo. Ao contrário disso, o cadastro positivo trabalha o outro lado, onde, só pode constar informações sobre compromisso pagos e sobre a pontualidade dos pagamentos.

O palestrante destaca que os juros poderão ser mais baixos para quem tiver pontuação (score) positiva no banco de dados. Segundo Borba, o cadastro positivo possibilitará um menor risco de inadimplência e redução do chamado spread bancário (diferença entre a remuneração que o banco paga ao aplicador para captar um recurso e o quanto esse banco cobra para emprestar o mesmo dinheiro).

Exemplificando o sucesso do recurso, Borba usou o cadastro positivo implementado em outros países do mundo como a Argentina que, segundo um estudo do mercado local feito pela ACP, o uso das informações positivas gerou uma redução de 75% da inadimplência no mercado de crédito.

Política de proteção de dados do consumidor

Em entrevista para o repórter do Blog do Juares, Daniel Larusso, Borba revelou que existe políticas muito rígidas de segurança de dados dos consumidores. Segundo ele, os dados têm criptografia para evitar possíveis vazamentos e ataques de hackers e crackers.

O MPF (Ministério Público Federal) assegura que dados pessoais como nome ou endereço não serão usados por empresas ou governo sem consentimento.

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