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Ventos fortes e chuva causam estragos em Camaquã

Passagem de um ciclone bomba sobre o RS também deixou danos em outros municípios, Estados do Sul do Brasil e em países vizinhos, como Uruguai e Paraguai
01/07/2020 - 10h14min Corrigir

Por conta do ciclone bomba que passou pelos Estados do Sul do Brasil, causando chuvas fortes e ventos intensos, com rajadas de 70 km/h a 110 km/h, vários pontos de Camaquã, incluindo o centro da cidade e localidades do interior, registraram estragos na madrugada desta quarta-feira (1).

Árvores e postes tombaram, destelhamento de casas, fios de energia elétrica ficaram soltos, causando falta de luz a 30 mil clientes de Camaquã. Ao todo, de acordo com o boletim divulgado pela Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) nesta manhã, são cerca de 75 mil clientes sem energia nas áreas do RS em que a distribuidora abastece. São 310 mil consumidores sem luz no Litoral Norte e 303 mil na Região Metropolitana, incluindo Porto Alegre. 

Nas regiões onde a RGE é responsável, são 145 mil clientes sem o fornecimento de energia. A área mais atingida é a de Erechim, que totaliza aproximadamente 37 mil consumidores sem luz. No município, de acordo com a Sigma Meteorologia, os ventos sopraram a 100km/h.

A CEEE afirma que já trabalha para normalizar o serviço. O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil de Camaquã também estão se mobilizando para auxiliar as famílias atingidas. A população também enfrenta problemas com a falta de internet por conta da queda do sinal da operadora Oi. De acordo com relatos de moradores ao portal de notícias Blog do Juares (BJ), no distrito de Santa Aura, interior de Camaquã, até essa terça-feira (30) à tarde, já havia chovido mais de 100mm.

Em outros municípios do Estado, os ventos chegaram a 116km/h, como em Santa Vitória do Palmar e Chuí, ou aos 101km/h, como foi em Lagoa Vermelha. No município de Nova Prata, na Serra gaúcha, um homem, de 53 anos, morreu soterrado após um deslizamento de terra causado pelo temporal dessa terça-feira (30). Em Santa Catarina, as rajadas alternaram entre 80km/h a 120km/h, causando diversos prejuízos, como destelhamentos, queda de árvores, postes, placas, fios de energia elétrica e ao menos uma morte até a noite de ontem, registrada pela Defesa Civil em Chapecó.

O Paraná também foi atingido pelo ciclone, inclusive a capital Curitiba, onde houve ventos a 111km/h e queda de granizo ao longo da terça-feira. Em países vizinhos, como Paraguai e Uruguai, as rajadas também ultrapassaram os 100km/h.

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