Saúde

FURG e Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas firmam parceria para produção de EPIs

Colaboração possibilita distribuição de face shields para secretarias municipais de saúde da Região Sul
10/07/2020 - 10h53min Secom | FURG Corrigir
Uma parceria firmada entre a Escola de Engenharia (EE) da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e a Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas (ABCM) vem proporcionando a confecção de máscaras do tipo face shield para a proteção de profissionai de saúde. Já foram produzidas 250 unidades, distribuídas para as secretarias de saúde de Rio Grande, São Lourenço do Sul e Morro Redondo. Ao total, está prevista a confecção de 630 equipamentos que serão destinados às secretarias de municípios das regiões 21 e 22 (Pelotas e Bagé).
 
De acordo com o coordenador do projeto de extensão, Gustavo Dias, a sinalização da ABCM para a submissão de um projeto potencializou a expansão da produção para outras entidades. “Promover ações que busquem amenizar o risco de contaminação aos profissionais da linha de frente amplia a capacidade de atendimento aos habitantes dos municípios, evitando a remoção aos centros hospitalares de referência”, afirma o docente.

Confecção e demanda

A Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas fomentou a compra dos insumos para a produção, que está sendo realizada na residência do coordenador do projeto. A montagem e distribuição das face shields acontece no Oceantec – Parque Tecnológico da FURG, em Rio Grande.

O professor Gustavo esclarece que, para evitar solicitações ambíguas, foi estabelecido um fluxo junto ao Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems/RS). Assim, as demandas e mediações são realizadas pelo Cosems/RS.

Após o atendimento das secretarias nas cidades em que a FURG possui campus, o docente salienta que estão sendo priorizados os menores municípios, que geralmente não possuem hospitais. “Na minha opinião o que temos hoje é uma estratégia que investe nos municípios e hospitais de referência. Estou buscando, dentro das nossas limitações, complementar essa estratégia com uma abordagem inversa: reduzindo também a contaminação dos profissionais naqueles municípios menores”, explica Gustavo. 

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