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‘Sou advogada internacional, cala sua boca, sua bicha’, afirma mulher em ataque em padaria

Mulher, em vídeo, diz para uma atendente "sabe para que você presta? Para pegar meus restos"
23/11/2020 - 10h53min Corrigir

Na noite da última sexta-feira (20), funcionários e artistas de uma padaria em São Paulo se envolveram em discussões por uma advogada de 45 anos. Um vídeo mostra uma série de ataques por parte da advogada.

Conforme informações da assessoria da padaria Dona Deôla, os ataques da mulher começaram quando os dois artistas tentaram impedir que ela humilhasse funcionários do estabelecimento. Imagens mostram a agressora jogando papéis no chão e dizendo: “sabe para que você presta? Para pegar meus restos” para uma atendente.

Neste momento, um dos artistas se aproxima e fala que a mulher “não tem o direito de fazer isso com ela”. Em outro vídeo, o segundo artista conversa com a agressora, que diz: “eu não sou prostituta, meu amor, sou advogada internacional. Cala sua boca, sua bicha do caralho”.

Conforme reportagem do Diário do Centro do Mundo, eles tentaram entrar em contato com a advogad por telefone e e-mail. As redes sociais atribuídas a ela foram encontradas fora do ar na tarde deste domingo (22). Segundo a padaria, Lidiane Biezok, como foi identificada, é cliente do local e, embora não conste nos inscritos da OAB, a Secretaria de Segurança Pública afirma que ela é advogada.

Em um outro vídeo que a Ponte teve acesso, a mulher grita com empregados da padaria e diz que os alimentos servidos ali são “lixo”. Diante dos pedidos para ela falar baixo, novamente ela tem ataques homofóbicos. “Cala boca, viado do caralho”, disse apontando o dedo para o rosto de um funcionário.

Depois dos ataques verbais com os funcionários, a mulher também partiu para agressão física contra um dos artistas. Vídeos que circulam nas redes sociais mostra a agressora jogando objetos e puxando o cabelo da vítima, que não reage. E mesmo sem esboçar nenhuma reação, a mulher fica o chamando de “agressor de mulher” e manda ele colocar a mão nela.

Segundo a padaria, a agressora é cliente do estabelecimento e já teve ataques outras vezes, quebrando pratos e xingando a comida do local, no entanto, essa foi a primeira vez que ela teve ataques racistas e homofóbicos.

Depois da ação violenta da mulher, a padaria acionou a Polícia Militar. Os dois artistas, dois funcionários e a agressora foram conduzidos para o 91º DP (Ceasa), onde foi registrado um boletim de ocorrência. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo a advogada foi presa em flagrante e deve responder pelos crimes de lesão corporal, injúria e homofobia.

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