Polícia

Polícia prende temporariamente fiscal de hipermercado por envolvimento no espancamento e morte de homem em Porto Alegre

Adriana Alves Dutra, de 51 anos, é a terceira pessoa a ser detida no caso
25/11/2020 - 09h46min Atualizada em 25/11/2020 - 14h20min Corrigir

A Polícia Civil prendeu, nessa terça-feira (24), mais uma pessoa por envolvimento na agressão e morte de João Alberto Silveira Freitas, crime ocorrido na semana passada em uma loja da rede Carrefour, em Porto Alegre.

A prisão de Adriana Alves Dutra, de 51 anos, fiscal do hipermercado, será temporária, com validade de 30 dias. Ela se apresentou no Palácio da Polícia juntamente de duas advogadas. Segundo a investigação, foi com Adriana que João Alberto se desentendeu antes de ser agredido e morto pelos dois seguranças, Giovane Gaspar e Magno Borges.

A mulher é vista nas imagens que circularam na internet sobre o caso vestida com camisa branca, andando ao redor da vítima e dando ordens aos dois seguranças. Ao perceber que o espancamento estava sendo filmado, ela tenta impedir e discute com pessoas.

A polícia acredita que a participação da fiscal foi decisiva na morte de João Alberto. Para as autoridades, Adriana tinha o poder de acabar com as agressões no momento em que era superior aos homens responsáveis pela segurança. Ela, assim como os agentes, será investigada por homicídio doloso triplamente qualificado. Giovane e Magno foram detidos em flagrante no dia do crime e cumprem prisão preventiva neste momento. 

No primeiro depoimento dado no dia do crime, Adriana disse que o segurança Giovane era apenas um cliente do supermercado. No entanto, a polícia já confirmou que ele era um policial temporário que trabalhava como segurança. Adriana justificou dizendo que ela tinha voltado de férias no dia do crime e, por isso, não conhecia o policial temporário.

Outra contradição da mulher entre o primeiro e o último depoimento foi que ela teria pedido aos seguranças que parassem de bater em João Alberto. Mas as imagens disponíveis até o momento mostram o contrário. Adriana alegou no novo testemunho que não impediu as agressões porque estava com a saúde debilitada por causa de uma cirurgia feita recentemente.

Leia mais: Homem é espancado e morto dentro de supermercado em Porto Alegre

Dois funcionários de supermercado também serão investigados no caso de homem espancado até a morte em Porto Alegre

*Matéria atualizada para acréscimo de informações

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