Economia

AUXÍLIO EMERGENCIAL: veja quem não terá direito ao benefício

Confira na matéria!
22/02/2021 - 08h51min Corrigir

A proposta da nova prorrogação do auxílio emergencial, indica novas pretensões relativas ao pagamento do benefício, seja ele pela redução no número de beneficiários bem como pela estratégia do governo de efetivar o pagamento com valor próximo aos R$ 250.

O retorno do Auxílio Emergencial ajudará milhões de brasileiros a pagarem suas contas e conseguir colocar comida na mesa. A iniciativa de liberar uma nova rodada de pagamentos veio atrelada a uma forte pressão política no início do ano com o grande número de contágios da covid-19 no país.

Para que seja possível a liberação de novas parcelas o governo preparou um pente-fino com 11 bancos de dados diferentes que vão cruzar dados como CAGED, INSS, MEI, CNIS, para eliminar os beneficiários que não fazem jus ao pagamento.

Para a nova prorrogação de 2021 o governo estima que o benefício será liberado para aproximadamente 33 milhões de pessoas, além dos 14 milhões de cidadãos que recebem o Bolsa Família. O que na conta soma-se 47 milhões, ou seja, uma redução extremamente significativa no número de beneficiários.

Para que se torne viável a redução do quantitativo de beneficiários o governo vai criar uma peneira para filtrar os cidadãos que devem ter acesso ao auxílio emergencial. No geral estarão vetados da nova prorrogação os cidadãos que recebem:

  • Pensão
  • Aposentadoria
  • Benefício assistencial
  • Seguro-desemprego

Atenção! Cidadãos que possuem qualquer vínculo empregatício ativo também estão vetados do novo pagamento.

No mais a plataforma também consultará os trabalhadores que declaram o Imposto de Renda e são declarados como dependentes, sendo os dependentes os possíveis novos excluídos da nova prorrogação.

Vale lembrar também que o governo estuda a possibilidade de acabar com à regra que garantia o pagamento de duas cotas para as mães solteiras. Tanto o presidente Jair Bolsonaro quanto o ministro da Economia, Paulo Guedes, são firmes no posicionamento de que é preciso respeitar o Orçamento deste ano para que o país não entre em uma recessão financeira maior ainda.

Com informações Rede Jornal Contábil
 

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