Justiça

Justiça determina prisão temporária de homem flagrado com mais de 70 kg de droga em pousada de São Lourenço do Sul

Suspeito, de 20 anos, transportava maconha vinda de SC para ser distribuída em Pelotas
06/05/2021 - 15h34min Corrigir

A Justiça de São Lourenço do Sul determinou a prisão temporária do homem que foi preso com mais de 70 kg de maconha em uma pousada da cidade na última segunda-feira (3). O pedido foi solicitado pela Polícia Civil e acatado judicialmente na terça (4).

A ação foi comandada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Pelotas, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Os policias receberam a informação de que um traficante estaria vindo de Santa Catarina em um automóvel Chevorlet Cruze para entregar droga em Pelotas, mas que faria uma pausa na viagem para dormir em São Lourenço do Sul.

Ao localizarem o suspeito, os policiais encontraram 72 kg de maconha dentro do veículo. O homem, de 20 anos e natural do Estado catarinense, foi preso em flagrante por tráfico de drogas e encaminhado para a área judiciária de Pelotas, junto do automóvel e a droga apreendidos.

Um trecho da decisão do magistrado justifica a decisão de acatar a prisão temporária. “segundo se extrai dos elementos colhidos até o momento, o investigado, flagrado nesta Comarca, estava com grande quantidade de droga, utilizando-se, repita-se, de pousada local para, aparentemente, pernoitar. Ademias, o veículo utilizado pelo flagrado, conquanto não seja de luxo, denota, ao menos investimento considerável no transporte/armazenamento da droga. Esses elementos, somados, constituem indícios de que o investigado é apenas parte de rede organizada para o tráfico ilícito de entorpecentes, seja como distribuidor, transportador ou fornecedor dos entorpecentes, na medida em que os investimentos utilizados apenas para o aparente transporte da droga são elevados. E é nesse contexto que a segregação cautelar do flagrado se mostra imprescindível à investigação, na medida em que a possível facilidade de comunicação dele com eventuais integrantes da organização, a possibilidade de ter acesso a meios de ocultar drogas, mudando-as de lugar, e de ocultar proventos do crime, ao final, obstaria o alcance de frutos pela investigação”, diz o documento.

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