Esportes

Rogério Caboclo é afastado da presidência da CBF após acusação de assédio sexual e moral

Uma funcionária da entidade denunciou o dirigente. Ele nega todas as acusações
07/06/2021 - 09h09min Corrigir

Nesse domingo (6), Rogério Caboclo foi afastado, momentaneamente, da presidência da CBF. O dirigente foi afastado por 30 dias, por uma determinação da Comissão de Ética do Futebol Brasileiro.

Afastamento ocorre após o site ge revelar que uma funcionária da entidade o acusou de assédio sexual e moral. Ele nega todas as acusações.

A CBF foi notificada da decisão e divulgou nota na tarde de ontem. Informou que o processo vai seguir rito sigiloso. Confira:

"A CBF informa que recebeu na tarde deste domingo, 6, decisão da Comissão de Ética do Futebol Brasileiro suspendendo temporariamente (pelo prazo inicial de 30 dias) o Presidente Rogério Caboclo do exercício de suas funções. Seguindo o Estatuto da entidade, toma posse interinamente, por critério de idade, o vice-presidente Antônio Carlos Nunes de Lima. A decisão é sigilosa e o processo tramitará perante a referida Comissão, com a finalidade de apurar a denúncia apresentada."

O vice-presidente mais antigo, Antônio Carlos Nunes, assume durante o período de afastamento. Uma reunião extraordinária entre os diretores da CBF e os oito vice-presidentes eleitos foi convocada para a manhã desta segunda-feira (7), no Rio de Janeiro.

Pressionado por patrocinadores e outros dirigentes da confederação, Caboclo agora cuidará de sua defesa - ele afirma que nunca cometeu nenhum tipo de assédio e vai provar no processo da Comissão de Ética, criada em 2017.

A denúncia

Na denúncia, a funcionária detalha o dia em que o dirigente, após sucessivos comportamentos abusivos, perguntou se ela se "masturbava". Entre outros episódios de extrema gravidade, segundo a funcionária, Caboclo tentou forçá-la a comer um biscoito de cachorro, chamando-a de "cadela".

Segundo relato da funcionária, que tem oito anos de CBF, Caboclo fazia consumo de álcool durante o expediente. Ela era obrigada a esconder garrafas no banheiro para que o dirigente pudesse beber sem ser notado. Também cabia a ela recolher as garrafas vazias. Em viagens, era orientada a pedir bebidas alcoólicas para ele nos hotéis – mas marcar o consumo no quarto dela.

Com informações do ge

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