Justiça

CASO ENZO GABRIEL: padrasto é condenado a mais de 30 anos de prisão por homicídio qualificado

Crime ocorreu em dezembro de 2018, em Encruzilhada do Sul
29/07/2021 - 09h50min Corrigir

O caso da morte do menino Enzo Gabriel Quintana, ocorrido em dezembro de 2018, em Encruzilhada do Sul, teve um desfecho nessa quarta-feira (28). O padrasto do menino, Jônatas Gomes de Melo, acusado de ser o autor do crime, foi julgado e condenado a 31 anos, um mês e 10 dias de prisão por homicídio qualificado. A mãe, Vanessa Quintana, também foi indiciada por tortura e homicídio qualificado.

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O inquérito policial concluiu que Enzo, que tinha apenas dois anos de idade na época, foi espancado até a morte por Jônatas. O menino chegou a ser levado por Vanessa e uma vizinha, com diversos hematomas e lesões pelo corpo, para receber atendimento médico no Hospital Santa Bárbara (HSB), em Encruzilhada do Sul, mas deu entrada na unidade de saúde já sem vida. A mãe confirmou que teria encontrado o filho ferido dentro do berço.

Prontuários médicos anteriores à morte de Enzo comprovaram que a criança vinha sendo constantemente agredida. Vanessa foi acusada de omissão, uma vez que sabia que o filho sofria violência física por parte do padrasto, mas nada fez para dar um fim a situação. Na época, o Poder Judiciário negou o pedido de prisão preventiva e a mulher respondeu em liberdade.

Jônatas foi preso pela Brigada Militar na noite posterior ao crime, na casa de uma tia, em Santa Cruz do Sul. Os policiais chegaram ao local após uma denúncia anônima. Ele confessou o crime.

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