Saúde

Uso de células-tronco evidencia diferenças no tratamento de jogadores brasileiros e europeus

Técnica revela que os tratamentos de lesões podem ser bem mais rápido do que com o método convencional. Médico brasileiro já usa o procedimento por aqui e explica essa diferença
16/10/2021 - 17h26min MF Press Global Corrigir

Uma das principais diferenças entre o futebol latino-americano e o europeu é a qualidade dos tratamentos dos jogadores lesionados. Ainda que aqui no Brasil, por exemplo, os grandes clubes contem com uma equipe formada por múltiplos profissionais pronta para colocar o esportista de volta aos gramados sem sequelas, o que se observa é uma grande diferença no tempo de recuperação do atleta.

Inscreva-se em nosso novo canal do YouTube ACESSE AQUI!

O que se observa atualmente é que, mesmo em lesões parecidas, o tempo de recuperação do jogador europeu é bem mais rápido do que o brasileiro. Segundo o médico ortopedista Dr. Luiz Felipe Carvalho CRM 26233, uma das diferenças para isso acontecer é justamente na utilização de células-tronco, tão comumente adotada nos principais clubes do mundo, como Real Madrid, Barcelona, Juventus, Paris-Saint-Germain, dentre outros. Especialista em medicina regenerativa, ele já utiliza esta técnica aqui no Brasil, e destaca que o uso delas permite grandes vantagens para o pronto restabelecimento do jogador.

“Esta técnica permite que se use as próprias células-tronco do jogador para tratar a lesão. Neste procedimento, o médico retira um pequeno volume e depois a injeta no local que se quer tratar”, destaca o médico. Além disso, outro grande benefício é que não há nenhuma contraindicação nem possibilidade de sequelas para este tratamento.

Quem já é adepto desta técnica é o atacante português Cristiano Ronaldo. Eleito cinco vezes melhor jogador do mundo, ele revelou certa vez que recorreu às células-tronco para se recuperar de uma lesão a tempo de disputar as semifinais da Liga dos Campeões e a Eurocopa, em 2016. “Ele conseguiu entrar em campo e ainda conquistou os dois títulos naquele ano”, conta Dr. Luiz Felipe.

Enquanto isso, Dr. Luiz Felipe acredita que é hora de as equipes brasileiras darem o devido reconhecimento à essa técnica: “Como o calendário do futebol brasileiro é muito extenso, o risco dos jogadores daqui sofrerem mais lesões é realmente maior. O problema é que devido ao excesso de competições, quem fica fora pode colocar todo o planejamento daquela equipe em risco, então os técnicos ficam sempre com este receio de uma lesão mais grave. No entanto, o tratamento das células-tronco é bem mais rápido e já tem a eficácia comprovada, o que mostra que temos muito o que aprender com os clubes europeus”, completa.

Para receber as notícias gratuitamente e em tempo real participe do nosso grupo de WhatsApp, acessando aqui! Ou participe do nosso grupo no Telegram clicando aqui!

MAIS NOTÍCIAS

DR. JOÃO BATISTA
CÂMERAS EXTERNAS
ART MÓVEIS
FUNERÁRIA BOM PASTOR
OLIDATA
SUPER SÃO JOSÉ
MÁRIO SERRALHEIRO
FUNERÁRIA CAMAQUENSE
ELETRO CLIC
KNN IDIOMAS
PIX