Política

Vereador de Chuvisca reassume cargo na Câmara após prisão

Hélio Langhanz (PP) ficou preso por cerca de um ano, acusado de atropelar uma mulher e fugir sem prestar socorro
23/11/2021 - 09h02min Corrigir

A sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Chuvisca desta terça-feira (23) marca a volta de Hélio Langhanz (PP) ao posto de vereador. O parlamentar estava afastado das funções legislativas desde quando foi preso preventivamente, em novembro de 2020, acusado de ter atropelado uma moradora do município e fugido sem prestar socorro. O caso aconteceu em agosto do ano passado, na ERS-350.

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Langhanz teve a prisão revogada pela Justiça na última quinta-feira (18). Ele estava detido no Presídio Estadual de Camaquã. Após a soltura, o vereador manifestou interesse de retornar ao cargo. Essa retomada ao cargo ocorre após tramitação do Departamento Jurídico do Legislativo chuvisquense. 

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Hélio concorreu ao pleito municipal de 2020 e foi reeleito, ficando em terceiro lugar, com 243 votos. Ele chegou a ser empossado em sessão virtual realizada em janeiro deste ano, mas teve a cadeira ocupada por Luana Niele Konflanz (PP) como suplente.

O parlamentar é considerado o principal suspeito do atropelamento de Lorena Tavares da Silva, na tarde de 8 de agosto de 2020, em Picada Grande, localidade que fica quase na divisa entre Chuvisca e Dom Feliciano. A mulher, com 59 anos na época, foi atropelada enquanto caminhava pelo acostamento no trajeto de volta para casa, depois de ter ido comprar flores que iria levar ao túmulo do pai falecido. Lorena sobreviveu, mas de acordo com informações, ela sofreu diversas fraturas pelo corpo e se submeteu a inúmeros procedimentos cirúrgicos. A mulher também esteve internada por um longo período em leito de UTI e, atualmente, necessita de cuidados em tempo integral.

Langhanz acabou sendo indiciado pela Polícia Civil. A investigação o acusou de estar sob o efeito de álcool no momento do acidente e também de ter ocultado o carro que dirigia para não entregá-lo à investigação. O automóvel, um Chevrolet Onix vermelho, com placas de Chuvisca, somente foi localizado em 26 de agosto, em uma oficina na cidade de Camaquã, onde estava para conserto. Ele foi apreendido e removido à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) para, posteriormente, passar por perícia técnica. O parlamentar teve a prisão preventiva decretada no dia 23 de novembro. Buscas foram feitas na casa dele em Chuvisca, mas segundo a polícia, nada de comprometedor foi encontrado.

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A liberadade de Langhanz foi determinada pelo juiz de Direito Felipe Selistre, que acatou o pedido da defesa por entender que não havia necessidade de manter a prisão preventiva do acusado. Por sua vez, a Promotoria de Justiça deve recorrer da decisão, uma vez que o processo ainda está em andamento. 

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