Polícia

Jovem foi morta por dívida de R$450 com traficantes na Região Central, conclui polícia

Áudios obtidos durante a investigação mostram conversa entre a mãe da jovem e uma das indiciadas pelo crime, no qual a suspeita manda a mulher 'preparar o caixão' da filha
14/12/2021 - 09h53min Corrigir

A Polícia Civil divulgou, nessa segunda-feira (13), áudios comprovando que a jovem Gabriela Ferreira Glasenapp, de 15 anos, foi morta por conta de uma dívida de drogas, em Restinga Seca, na Região Central do Rio Grande do Sul. A adolescente desapareceu no dia 14 de novembro e teve o corpo encontrado por equipes de resgate enterrado em um terreno no dia 2 deste mês. O laudo da perícia apontou que Gabriela morreu com dois tiros na cabeça no mesmo dia em que foi dada como desaparecida pela família.

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A investigação já havia descoberto que a menor estaria devendo R$450 ao tráfico – valor que foi pago pela mãe dela, de 40 anos, após ser ameaçada, através de ligação telefônica, por uma das pessoas suspeitas de participação no crime. Os áudios divulgados pela polícia mostram que uma mulher não identificada avisa que Gabriela precisaria pagar a dívida até o fim do dia ou seria morta. A suspeita afirma que faz parte do grupo criminoso Bala na Cara, que atua na Região Metropolitana de Porto Alegre, e manda a mãe de Gabriela “preparar o caixão” da filha. Ela também profere xingamentos e diz coisas horríveis sobre a conduta da adolescente. Ao todo, foram três áudios com conteúdo intimidador enviados pela mulher.

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Segundo a polícia, Gabriela foi morta mesmo depois da dívida ter sido paga aos traficantes. A mãe da jovem teria pedido dinheiro emprestado para tentar salvar a filha. Para a investigação, os criminosos não notaram a entrada do valor na conta e por isso resolveram assassinar a jovem. Gabriela teria sido avisada pela mãe de que o dinheiro havia sido depositado. Ela então foi até o ponto de drogas, onde havia deixado o celular como garantia. Imagens divulgadas pela Polícia Civil mostram a menor caminhando junto de dois suspeitos, um homem e uma mulher de 23 anos.

O crime foi classificado como homicídio qualificado. Três pessoas foram indiciadas pela morte de Gabriela: um casal que aparece em imagens de câmeras de segurança junto da jovem e mais outra pessoa apontada como cúmplice na ocultação do cadáver. Todos são considerados foragidos. A investigação levou à descoberta de um esquema de tráfico de drogas que atua na região de Restinga Seca, e que tem ligação com criminosos da Região Metropolitana. Quatro pessoas indiretamente ligadas à morte de Gabriela foram presas por tráfico de drogas. No total, 11 pessoas foram indiciadas em dois inquéritos.

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