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Sindicato de Sentinela do Sul entrará com processo contra prefeitura por falta de reajuste salarial dos municipários

Servidores cobram promessa de campanha do prefeito Flávio Trescastro (MDB) sobre reforma administrativa. Executivo disse ao BJ que está à disposição para conversar com o Sindissul
05/08/2022 - 09h30min Atualizada em 05/08/2022 - 11h40min Corrigir

O setor jurídico do Sindicato dos Municipários de Sentinela do Sul (Sindissul) entrará com processo contra a prefeitura após não ter resposta sobre a reestruturação do plano de carreira dos servidores público. 

A decisão foi tomada em reunião extraordinária ocorrida no último dia 7 de julho. O encontro contou com a presença de membros da diretoria e associados. "Foi decidido que, devido às inúmeras tentativas de acordo com o executivo municipal no que concerne à reestruturação do plano de carreira dos servidores, os baixos salários, entre outros assuntos, não terem tido sucesso por falta de comprometimento da palavra dada, a partir de então serão tomadas todas as medidas cabíveis de processos judiciais através do jurídico do Sindissul, assim como tudo será levado a conhecimento da população através das mídias como blogs, redes sociais e serviços de rádio", informou o sindicato.

Um representante da categoria entrou em contato com o Blog do Juares (BJ News), nessa quinta-feira (4), para lembrar que uma das propostas de campanha do prefeito Flávio Trescastro (MDB), nas eleições de 2020, era a valorização dos trabalhadores municipais por meio da reforma administrativa.

Foto: Folder da campanha de Flávio e Paulo Roberto Coutinho, o Paulinho (MDB), em 2020, com a promessa de reforma administrativa. Divulgação / Internauta / Blog do Juares

Em maio, um grupo de trabalhadores promoveu um manifesto pacífico na Praça Central para expor o problema à comunidade. Cerca de 20 funcionários com cartazes e apitos solicitavam, com urgência, a aprovação do projeto. Conforme o Sindissul, o município possui a base salarial mais baixa da região Centro-Sul. Operários, eletricistas, merendeiras, zeladores, monitores escolares são apontados pelo sindicato como os mais prejudicados por ter um salário-base de R$ 650,00.

No início deste ano, houve um acréscimo no valor do rendimento, mas a associação destaca que o valor teria beneficiando apenas os servidores com maiores salários. Com a soma dos benefícios como insalubridade, escolaridade e horas extras entrando no complemento de salário, o valor sobe para R$ 1.212. Porém, após os descontos, o pagamento fica menor do que o salário mínimo, conforme o sindicato. O grupo defende que a quantia não é suficiente para cobrir os gastos básicos de sobrevivência, como alimentação, contas de água, luz e aluguel. Segundo o Sindissul, funcionários estão pedindo exoneração por conta da baixa remuneração. 

Procurado pela reportagem do BJ News, o vice-prefeito Paulinho disse que o governo está disponível a receber o Sindissul para negociação - o que não teria ocorrido até o momento. 

"Estamos à disposição aqui na prefeitura para discutir o caso", frisou Coutinho. "Não fomos procurados pra negociar nem com comissão ou sindicato", completou.

*Atualizada às 11h40 para acréscimo de informações

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