Justiça

Condenados réus responsáveis por execução por engano dentro de hospital em São Leopoldo

Em novembro de 2018, o grupo invadiu o local e executou a vítima, acreditando que se tratava de um desafeto por questões envolvendo tráfico de drogas

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13/12/2023 - 10h29min Ascom MPRS / Edição: Redação BJ News Corrigir

Cinco réus denunciados pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) foram condenados pelo Tribunal do Júri, nessa terça-feira (12), pela execução por engano de um jovem dentro de um hospital em São Leopoldo, no Vale do Sinos, há cinco anos. 

Dois deles receberam penas de 48 anos e três meses e 42 anos de prisão, cada um, por cinco crimes, sendo os mais graves homicídio e duas tentativas de homicídio. Outros dois réus foram condenados a 24 anos e cinco meses e 18 anos e um mês de reclusão, respectivamente, mas somente por homicídio, formação de quadrilha e receptação de veículo roubado. Um quinto condenado recebeu uma pena de 26 anos e dois meses de prisão por homicídio e formação de quadrilha. Apesar de já estarem presos, a decisão é de cumprimento em regime fechado.

No dia 9 de novembro de 2018, eles mataram por engano Gabriel Minossi, 19 anos, dentro do Hospital Centenário. O grupo invadiu o local e executou a vítima, acreditando que se tratava de um desafeto por questões envolvendo tráfico de drogas. Gabriel estava em atendimento médico após um acidente de trânsito. Um outro paciente e sua acompanhante ficaram feridos durante os disparos.
 
O homicídio teve as seguintes qualificadoras: motivo torpe, por envolver desavença entre suspeitos de tráfico de drogas, e recurso que dificultou a defesa da vítima. Dois deles também foram condenados por duas tentativas de homicídio e, neste caso, a qualificadora também é recurso que dificultou a defesa das duas pessoas feridas. A acusação em plenário foi feita pelo promotor de Justiça Eduardo Lorenzi: “depois de passadas mais de 13 horas de julgamento, o MPRS saiu muito satisfeito com o resultado, entendendo que realizou um belo trabalho, enfrentou cinco defesas muito bem qualificadas e, quem saiu ganhando, foi a sociedade de São Leopoldo, com um resultado que era esperado por todos. São nesses momentos que nós valorizamos, todos os dias, poder desempenhar o papel de promover a justiça nos crimes dolosos contra a vida”.

Já o promotor de Justiça Fernando Andrade Alves, que também atuou na acusação pelo Núcleo de Apoio ao Júri (NAJ) do MPRS, disse que o “sentimento é de dever cumprido do MPRS para com a comunidade de São Leopoldo, tão impactada pela tragédia vivida diretamente pela família do Gabriel, e, indiretamente, por todos nós”.

O coordenador do Centro de Apoio Operacional do Júri do MPRS, Marcelo Tubino, acompanhou o trabalho dos promotores em plenário.

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